quinta-feira, 22 de junho de 2017

Last Nite e os sinais de que o universo conspira

Sabe que cara é essa?

A cara do quilômetro final, consesuado como o mais difícil.

Quando o universo te levou à conclusão de que tudo pode até ter conspirado pra dar errado nos meses que antecederam a prova que marcaria a tua vida, mas na hora certa tu serias extremamente recompensada por ter tornado todas as dificuldades em motivos.

Na caixa de som da organização da Maratona, tocou "Last Nite" do The Strokes. Rock que, quando eu corria com fone de ouvido (depois que passei a ser treinada pelo Manoel isso mudou), sempre me impulsionava, ajudava a levar, a organizar os pensamentos quando desorganizados. Uma das mais queridas da play list de corrida.

Pensem numa euforia que senti quando olhei a linha de chegada e essa música começou a tocar.

Abaixei o rosto, me benzi. Ajeitei meu cabelo e o cinto de suporte. Agradeci a natureza por responder sempre com sinais sempre que preciso de um norte. Chorei e fui na melhor mistura de sentimentos possíveis.

Last Nite já tinha vários significados pra mim, não tinha momento melhor na vida e na corrida pra ela tocar.

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